O que procuro. E o que não procuro.

Quem quer vender ou construir algo na Alemanha, para mim, vale uma frase simples: if you can make it here, you can make it anywhere. O mercado alemão, sobretudo as médias empresas industriais e o retalho à sua volta, é uma fortaleza. É precisamente aí que invisto, porque conheço o dia a dia e porque só aí consigo ter impacto operacional.

Setores

Médias empresas industriais e empresas ligadas à alimentação na região DACH e em Portugal. Produção, tecnologia, fornecimento, marcas e indústrias próximas. Amplo o suficiente para oportunidades reais. Estreito o suficiente para que a minha experiência conte. Sem me fechar num nicho, e sem apostas puras em software sem um núcleo operacional.

Dimensão

Volume de negócios: cerca de 2 a 30 milhões de euros. Valor da empresa: depende da situação, a discutir.

EBITDA / rentabilidade: em regra operacionalmente rentável, com margem EBITDA a partir de cerca de 5 %. Ou com um caminho claro até lá.

Prefiro empresas com substância: clientes reais, processos reais, uma equipa que aguenta. Números sem dia a dia interessam-me pouco.

Geografia

DACH e Portugal. A Alemanha, a Áustria, a Suíça e Portugal são os mercados que conheço por dentro, na sua língua e com os seus retalhistas. Interessam-me sobretudo empresas que querem crescer entre os dois mundos: médias empresas alemãs a caminho da Península Ibérica e produtores portugueses a caminho do retalho alemão. Outras localizações europeias são possíveis, se houver encaixe e eu puder ter impacto operacional. Ser internacional sem perceber o mercado local é arrogância com cartão de visita.

Situações típicas

  • Crescimento: capital e apoio operacional para o próximo passo.
  • Sucessão: uma participação que junta continuidade e envolvimento.
  • Reestruturação / turnaround: quando o núcleo é saudável e o problema se resolve operacionalmente, nas vendas, nos processos, na liderança. Não quando só falta dinheiro.
  • Carve-out / cisão: não por defeito. Só quando vejo claramente a alavanca operacional.

O que não faço

  • Veículos puramente imobiliários.
  • Software SaaS puro sem uma âncora operacional que eu possa reforçar.
  • Situações em que não consigo dar um contributo comercial ou operacional.
  • Participações minoritárias passivas sem direitos de informação e de envolvimento.
  • Intermediação de participações a terceiros.

Se não puder ajudar, digo-o na primeira conversa. Poupa tempo a ambas as partes e protege a credibilidade.

Que decisão está a adiar na sua empresa porque lhe falta o parceiro certo?

Conversa de apresentação: 30 minutos, sem custos, confidencial.

Conte-me em que ponto está a sua empresa e o que procura realmente. Digo-lhe se posso ajudar, como seria uma parceria e onde digo claramente que não.

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