Smart Capital.Capital e alguém que trabalha consigo.
- Investidor operacional
- Médias empresas industriais
- DACH e Portugal
30 minutos, sem custos, confidencial. Também digo com clareza quando não sou a pessoa certa.
Já vi vezes suficientes o que acontece quando o capital chega sozinho e o trabalho operacional fica depois entregue a quem calhar. Durante algum tempo, os números parecem bons, e depois percebe-se nas vendas, na produção e na equipa que ninguém pensou realmente em conjunto. Com a Strachwitz Ventures, invisto em médias empresas industriais e envolvo-me onde conheço o dia a dia: vendas, operações, digital e internacionalização. Chamo-me António Freiherr von Strachwitz e, quando fala comigo, fala com a pessoa que também põe mãos à obra.
Como trabalhoPara quem é
Nem todos precisam do mesmo parceiro. Uns precisam de dinheiro. Outros precisam de alguém que conheça o negócio por dentro. A maioria das pessoas com quem falo precisa das duas coisas, e só se apercebe disso quando o próximo passo se torna maior do que aquilo que se consegue levar sozinho.
Para não haver mal-entendidos
Dou pouco valor a sites que prometem tudo e não excluem nada. Por isso, digo-o sem rodeios.
Sou um parceiro ativo onde posso criar valor comercial e operacional. Com uma participação minoritária, se continuar como proprietário e procurar um parceiro para o próximo passo. Com uma participação maioritária, se houver uma sucessão pela frente e quiser passar a empresa de forma gradual. A dimensão da participação depende daquilo de que a empresa precisa, não de uma quota fixa.
Sou um único interlocutor, não um comité de quarenta sócios que só descobrem a sua empresa na reunião seguinte.
Não sou um fundo passivo, nem uma consultora com placa de investimento, nem um intermediário na venda de participações sociais, nem uma boutique buy-side ao serviço de compradores.
Se procura alguém que só envia dinheiro e de resto fica calado, não está no sítio certo. Se procura alguém que se senta à mesa consigo e conhece o trabalho, continuamos a conversa.
Porque me envolvo na operação
Dezassete anos em vendas, exportação e retalho, mais de dez deles em cargos de liderança, na Lidl, na frischli, na GOLDSTEIG e na Händlmaier, ensinaram-me uma lição simples: os mercados não perdoam a arrogância. Quem acha que a Aldi nos EUA é o mesmo jogo que na Alemanha, ou que se conquista o retalho alemão em inglês e com as referências do próprio país, aprende isso caro. Quem não se adapta acaba como as empresas que todos conhecemos e que, a certa altura, só servem de aviso: Kodak, Nokia e tantas outras.
Trago capital e trago a experiência de vender, organizar e pôr a parte digital em dia em médias empresas, sem transformar a empresa numa apresentação. O que importa não é o que vendi no passado, mas o que disso chega à sua empresa. Não divulgo os mandatos em curso.
O que isto significa para a sua empresa
- Conheço o retalho por dentro.Na Lidl, geri lojas. Mais tarde, do lado do fabricante, vendi à grande distribuição e discount na Alemanha. Sei como os compradores fazem contas e planeiam, e negoceio referenciações e condições em conformidade.
- Construí exportação, não me limitei a geri-la.Na frischli e na GOLDSTEIG, abri mercados através de distribuidores e agentes, em 18 países de África e do Médio Oriente e na Europa. Se o seu mercado interno está esgotado, sei onde a exportação resulta e onde os planos feitos na Alemanha falham.
- Mudo as vendas sem prejudicar a marca.Na Händlmaier, profissionalizei as vendas de uma marca com muita tradição: disciplina de preços, planeamento por cliente, previsão de vendas. É exatamente disso que muitos proprietários precisam quando o produto é forte e as vendas pararam no tempo.
- Leio os seus números como um financiador.Comecei como analista de crédito no BNP Paribas. Analiso uma empresa com os olhos de quem concede crédito e trabalho nela com os olhos de um diretor comercial. As duas coisas andam juntas quando há capital em jogo.
- Falo a língua dos seus clientes.Português, alemão, inglês e espanhol. Conduzo eu próprio as negociações na região DACH, na Península Ibérica e na exportação, sem intérpretes nem desvios.
Não mostro “tombstones” (lista de negócios fechados). Mostro como trabalho dentro da empresa.
Quatro passos antes de o dinheiro circular
- Conhecermo-nosHá encaixe dos dois lados, ou estamos a conversar com cortesia sem chegar a lado nenhum?
- Análise mútuanúmeros, clientes, equipa, papel, tempo.
- Condiçõescapital, participação, envolvimento, calendário.
- O capital entraParceria de 100 diasprimeiras prioridades, responsabilidades claras, sem teatro.
Quem está por trás

António Freiherr von Strachwitz. Nascido em Portugal, criado e formado na Alemanha. Fundador da Strachwitz Ventures, em Castell. Estratega comercial e gestor interino que, agora como investidor operacional, constrói aquilo que ele próprio procurou durante muito tempo: capital e envolvimento numa só pessoa.
Que decisão está a adiar na sua empresa porque lhe falta o parceiro certo?
Conversa de apresentação: 30 minutos, sem custos, confidencial.
Conte-me em que ponto está a sua empresa e o que procura realmente. Digo-lhe se posso ajudar, como seria uma parceria e onde digo claramente que não.
Escolher horárioou escreva para kontakt@strachwitzventures.com